Aqui estou eu, desobedecendo a ordem do meu médico para ficar longe dos teclados e de qualquer coisa que venha a inflamar mais os meus tendões. Mas eu vi algo na tarde de hoje (26/07) que me fez pensar muito, e decidi que vale a pena gastar um pouco mais do meu músculo em uma coisa que eu gosto, e que respeito: O videogame.
Primeiramente, falarei de mim: Eu tenho 26 anos, sou formado em Administração de empresas, e atualmente trabalho como escritor em vários sites na internet, um deles é o Fliperamablog, que fala justamente do tema que mais me apeteço no quesito "entretenimento" (o que já pode abrir espaço para piadinhas, que citarei logo abaixo). Gosto de sair para festas, ir em eventos e me amarro em informática.
Falando dos games, eu sou um jogador "viciado". Passo de 4 a 5 horas (quando o tempo permite) jogando alguma coisa, e um dos meus jogos favoritos é Team Fortress 2. Eu também gosto muito de ler, principalmente notícias, e por isso gosto de me informar sobre a indústria dos games e o mundo em geral.
Dadas as informações acima, pergunto a você, caro(a) leitor(a): Que tipo de pessoa é essa?
- Um profissional da área de gerenciais?
- Um escritor (que tenta ser) famoso?
- Um "sem vida social" que só sabe jogar videogame?
Se sua resposta foi a terceira, então recomendo que leia até o final para saber algumas verdades que sempre estiveram diante de você, mas que ainda não foram aceitas por alguma razão.
Primeiramente, uso como base o post feito pelo blog Girls of War, que mostra uma matéria que foi feita no programa "Dia Dia" da TV Bandeirantes em abril de 2009. Onde levaram o psicólogo Aderbal Vieira Júnior. Notem que destaquei a palavra "Psicólogo" por uma razão. E também foi convidado para o programa o Colecionador de jogos Moacyr Vieira Júnior, que também é o idealizador do projeto Jogo Justo, que você, amante dos games, deve colaborar.
A intenção do programa era mostrar como as pessoas que jogam muito videogame se tonam anti-sociais e que podem ser classificadas como "dependentes". Vejam o vídeo a seguir:
Agora vamos analisar o vídeo. Vejam que as apresentadoras tentam de qualquer forma mostrar que o Moacyr é um doente anti-social, mas ele manteve uma postura muito comum em nós que passamos horas jogando. E o melhor, foi quando falou que até sua esposa joga junto com ele e sua filha, além de preferir as atividades caseiras (como o vídeo game) ao invés de ficar na rua, com toda a violência que existe hoje em dia.
Depois de verem que o Moacyr não se mostrava como elas gostariam que fosse, ou seja, um psicótico por games, elas pararam de entrevistá-lo e falaram apenas com o psiquiatra, como elas o chamam. Mas perai, ele não era um psicólogo? Para você ver como querem nos taxar como "loucos".
O legal também foi o doutor dizer para a apresentadora o seguinte: "Ele sabe quanto tempo ele joga, logo, ele controla o vicio dele…"
Queriam mostrar para o público a imagem de um gamer doente, só que nem a "linguinha de fora" apareceu. Uma vitória para os Gamers, que sempre são considerados como desequilibrados emocionalmente e socialmente por causa de seu passatempo.
Na segunda parte do post, falarei um pouco mais sobre isso, aguardem!
É um absurdo o pânico que a mídia quer gerar em torno dos gamers... Ótimo post. Concordo com a sua opinião. Aguardando a segunda parte \o/
ResponderExcluirP.S.: Virei seguidora ;D